segunda-feira, 4 de abril de 2011

Inter completa 102 anos em dia de viagem para o México


Jorge Seadi
O Internacional está viajando para o México onde joga quarta-feira (6) uma  partida decisiva para a classificação à próxima fase da Libertadores da América. A viagem acontece no dia em em que o clube completa 102 anos. Para confirmar uma das melhores fases do clube em toda a sua existência, o Internacional precisa de um ponto para garantir vaga nos mata-mata. A classificação será a confirmação do bom momento e a possibilidade do time, apesar de muitas críticas, continuar vivo na briga pelo tricampeonato da América.
A delegação leva para o México uma grande dúvida: Oscar. Caçado em campo no empate de  1 x 1 do último sábado contra o Lajeadense — com a cumplicidade do fraquíssimo Fabrício Neves Correa —  Oscar não sabe se joga. Recupera-se de fortes pancadas nas costas que recebeu dos jogadores de Lajeadense. Após a partida, Celso Roth usou este exemplo para explicar porque muitas vezes escala time misto ou até reserva no gauchão. Desta vez, os fatos davam-lhe plena razão.
O Internacional que joga contra o Jaguares, no sul do México, às 19h30, precisa dos três pontos se realmente desejar ser a melhor campanha desta fase da Libertadores. É verdade que vai precisar da ajuda do seu grande rival, o Grêmio, que precisa tirar um ponto, no mínimo, do Junior de Barranquilla na próxima quinta-feira (7). O Cruzeiro também precisa perder pontos na última partida do seu grupo, contra o Estudiantes na Argentina. Os dois times já estão classificados para a próxima fase.
Já o mexicano Jaguares vem de boa vitória no campeonato mexicano e espera o Inter com sede de vingança. Os mexicanos dizem que jogaram melhor que o Inter no Beira Rio, e a derrota de 4 x 0 foi totalmente injusta. E prometem mostrar toda sua vontade na quarta-feira. O jogo será transmitido apenas pela tevê a cabo.
O clube
Os 102 anos serão comemorados no próximo final de semana quando o Inter recebe o Canoas na última rodada de classificação da Taça Farroupilha. Enquanto isto, fora de campo, o Internacional continua trabalhando para colocar o Beira Rio nas condições exigidas pela FIFA para receber jogos da Copa do Mundo de 2014. Os primeiros 25% da nova arquibancada inferior continuam sendo montados. Esta primeira parte deverá estar concluída no final de maio ou começo de junho. Depois que esta parte estiver liberada para os torcedores, começará a segunda parte. Até agora, 15% de toda a reforma do estádio foi bancada com recursos próprios do Inter, com verda oriunda da venda do antigo estádio dos Eucaliptos. A partir da próxima etapa, a reforma do estádio deverá ser realizada pela empreitera a ser contratada como parceira.
Até o próximo dia 8 deste mês corre o prazo para que as empreiteiras interessadas em fazer a obra do Beira Rio apresentem suas propostas. Depois, a comissão de obras formada por 13 conselheiros vai definir a melhor proposta e assinar contrato. O novo Beira Rio terá uma arquibancada inferior toda nova aumentando a capacidade do estádio para 60 mil torcedores, todos sentados em cadeiras numeradas. Será totalmente coberto, com nova iluminação, novas cabines de imprensa além de mais cem camarotes. Também será construída uma garagem para 3 mil veículos.  A assinatura do contrato com a empreiteira prevê, também, a construção de um centro de treinamento (CT) para todas as categorias do clube. Os treinos que hoje são realizados nos campos em volta do próprio Beira Rio serão transferidos para este CT.
Com o estádio em obras, com o time fazendo boa campanha na Libertadores 2011 (o time ainda pode ser o primeiro entre os 32 times) a direção faz campanha para que o clube chegue aos 200 mil sócios. Hoje, oficialmente são 108 mil mas nem todos pagam em dia. Assim, a campanha dos 102 anos é “de um sócio de presente ao Inter” em que cada sócio atual indique um torcedor para se associar.
Com informações do Internacional e El Universal do México 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Recursos para projeto da BR 377

vr

Obras da Copa, Metrô e Cais Mauá aproximam prefeitura de Porto Alegre e governo do RS


Rachel Duarte
O governo gaúcho e a Prefeitura de Porto Alegre realizaram o primeiro encontro oficial para concretização de uma gestão integrada. O encontro entre o governador Tarso Genro (PT) e o prefeito José Fortunati (PDT) ocorreu nesta quinta-feira (31), no Gabinete do Governador, no Palácio Piratini. Na pauta, as principais demandas do estado que envolvem os executivos estadual e municipal: projeto do Metrô de Porto Alegre, obras da Copa do Mundo 2014, projeto de revitalização do Cais Mauá e ações de segurança e saúde pública.
A decisão de criar um canal de diálogo entre o governo e a prefeitura da capital foi tomada por Tarso e Fortunati ainda durante a transição do governo estadual, em dezembro de 2010. Porém, ainda não foram acordados nem o espaço onde o diálogo ocorrerá nem a rotina de encontros. Segundo o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, a cooperação entre os dois governos já está estabelecida e a formalidade de um Grupo de Trabalho “ocorrerá nos próximos dias”. Sobre o primeiro contato oficial entre os gestores estaduais e municipais, Pestana avaliou que foi possível perceber a disposição em unir esforços para obras comuns. “Entregamos uma lista de assuntos e pontos que vamos protocolar para formalizar a relação. Os assuntos elencados serão tratados a partir de agora entre os secretários das pastas afins”, esclareceu.
O prefeito José Fortunati seguiu o mesmo tom do governo gaúcho e confirmou aos jornalistas, no final da reunião, a gestão integrada. “Formalizaremos um protocolo de ações conjuntas sobre os temas que têm interface entre o governo e a prefeitura. Entre eles, mobilidade urbana, saúde, segurança pública, as obras da Copa e os projetos do Metrô de Porto Alegre e de revitalização do Cais Mauá”, explicou.
Metrô
Antes de instalar o Grupo de Trabalho, o governo estadual já havia enviado ofício ao prefeito José Fortunati. O documento foi emitido no ato de cadastramento do projeto do Metrô junto ao governo federal e solicita a priorização de uma rota em benefício das classes trabalhadoras, a integração da Região Metropolitana na linha e a preferência por materiais produzidos por empresas gaúchas. O governo estadual também requisita participação ativa nas decisões de medidas compensatórias condicionadas ao EIA/RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental).
Sobre as solicitações do governo gaúcho, o prefeito José Fortunati disse que são legitimas e importantes para o desenvolvimento do estado. Ele disse que foi discutida a mobilidade urbana da Região Metropolitana, mas apenas confirmou a disposição em valorizar a mão-de-obra local. “A isenção do ICMS para as empresas gaúchas é uma medida importante do governo estadual. Mas, a licitação é um processo de concorrência internacional e vamos respeitar. Porém, a mão-de-obra de insumos e materiais será do RS”, diferenciou.
O Governo do Estado já garantiu a isenção de ICMS sobre os trens e os materiais necessários à obra, o que resulta em uma redução de R$ 250 milhões no orçamento total do projeto, que é de R$ 2,4 bilhões. O projeto do Metrô de Porto Alegre foi protocolado na última segunda-feira (28), em ato que reuniu o Prefeito José Fortunati, o secretário de Planejamento, Gestão e Participação Cidadã, João Motta, representando o Governador, o presidente da Câmara dos deputados, Marco Maia, o presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, e a presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereadora Sofia Cavedon, entre outras autoridades federais, estaduais e municipais.
O projeto do Metrô de Porto Alegre disputa com outras prefeituras os recursos disponíveis do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Fase 2 — Mobilidade Urbana Grandes Cidades. No dia 12 de junho, os Ministérios das Cidades e do Planejamento anunciam os projetos contemplados. A região metropolitana de Porto Alegre é um dos nove conglomerados urbanos com mais de 700 mil habitantes, aptos a inscrever projetos no programa.
O traçado da fase 1 do Metrô vai da Avenida Borges de Medeiros (extensão rua da Praia) até a Avenida Assis Brasil, com extensão de 14,88 quilômetros. O Metrô será subterrâneo, passará por baixo dos corredores de ônibus da Farrapos e da Assis Brasil até o Terminal Triângulo, depois seguirá por uma elevada até a sede da Fiergs.

Golpe de 1964 e a Comissão da Verdade

31 de março de 1964. Tem início o golpe de estado que deu origem a 20 anos de ditadura militar no Brasil. Partindo de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro à frente de suas tropas, o general Mourão Filho precipitou o movimento que vinha sendo preparado com o apoio de grandes empresários, da população de classe média urbana e do governo Lyndon Johnson, mas que, segundo seus articuladores, não deveria desencadeado naquele momento.

Período áureo da Guerra Fria entre EUA e URSS, com os soviéticos ultrapassando os norte-americanos na corrida espacial e na geração de tecnologia, com o lançamento do Sputinik (primeiro satélite artificial da terra), em 1957, e da viagem de Yuri Gagarin (primeiro homem no espaço), em 1961, a América Latina entra no rol das regiões em disputa pela hegemonia no mundo.
A revolução cubana, em 1959, trouxe o conflito para as cercanias dos EUA que, em reação, incendiaram todo o subcontinente americano. A disputa capitalismo x socialismo ou, como era chamada no período, “democracia capitalista” x “ditadura comunista” desencadeou uma sucessão de golpes militares na região que, ironicamente, em nome da “democracia” sufocou as liberdades civis e sustentou ditaduras capitalistas em quase todos os países latino-americanos.
Durante as décadas de 1960 e 1980, ocorreram golpes militares em El Salvador (1960), República Dominicana (1962 e 1965), Equador (1963), Brasil (1964), Argentina (1966), Panamá (1969), Bolívia (1971), Equador (1972), Uruguai (1973), Chile (1973), Honduras (1975), Argentina (1976), Honduras (1978), Granada (1979), Suriname (1980 e 1982), Granada (1983), Haiti (1986 e 1988), Paraguai (1989).
A ditadura militar brasileira foi uma das mais longas do período. O golpe de 1964 foi sucedido pelo chamado golpe no golpe, em 1968, que instalou os anos de chumbo, com o aprofundamento das restrições democráticas e da repressão política. Esses golpes contaram, inicialmente, com o apoio de grande parte da população que se intimidava com o “perigo vermelho” e que “clamava por ordem”. Visavam o controle do movimento sindical, popular e estudantil, que surgira e fora mantido sob controle rígido do Estado durante o período da ditadura varguista (1937-1945), mas que começava a dar sinais de independência e a instalar greves e reivindicações: melhores salários, assistência de saúde e educação gratuitas e de qualidade para todos e em todos os níveis de ensino e, sobretudo, melhor distribuição da riqueza nacional. Na visão de muitos, tais movimentos eram perigosos e precisavam ser controlados.
O “milagre econômico” ocorrido na década de 70, do século passado, deu sustentação popular ao golpe militar brasileiro. Mesmo concentrando ainda mais a renda nacional, surgiu uma classe média consumidora de bens duráveis, com acesso a carros, casa de praia, viagens de férias e compras em shopping centers – que foram introduzidos no país naquele período. Os que se atreviam a se contrapor à ditadura eram “subversivos” e, como tais, perseguidos, presos e, muitos, torturados e mortos.
Foram precisos mais de 20 anos para romper a barreira da repressão política. Foram necessários muitos enfrentamentos, passeatas, ações armadas, prisões e mortes. Demorou, mas a sociedade civil conseguiu se reorganizar, fortalecer o partido político de contestação ao regime (MDB), retomar os movimentos populares e sindicais e forçar a transição democrática. Hoje, ainda que algumas viúvas da ditadura lamentem seu fim e insistam em afirmar suas “virtudes”, o que temos a comemorar é a capacidade de resistência do povo brasileiro e de toda a América Latina e nos unir aos esforços para a instalação, também no Brasil e a exemplo do que já ocorreu na maioria dos países da região, da Comissão da Verdade, para apurar os crimes cometidos durante os anos sombrios da repressão.

As declarações do Deputado Homofóbico e racista Jair Bolsonaro (PP/RJ) -"O risco de ser bem educado" .

O risco de ser bem educado

“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco.” GEORGE ORWEL

 As declarações do deputado homofóbico e racista Jair Bolsonaro (PP RJ) que vincula atitudes racistas e preconceituosas a uma concepção de “boa educação” são graves e alarmantes, mas não deixam de ser um reflexo de uma ideologia que ainda predomina nas elites brasileiras e que mereciam mais atenção porque são reproduzidas diariamente e somente ganham espaço quando alguma personalidade pública deixa escapar opinião em rede nacional.
Tal análise se reflete no resultado da pesquisa de opinião realizada hoje, 1º de Abril, no programa Polêmica do Lauro Quadros na Rádio Gaúcha. Mais de 60% dos participantes disseram que o deputado tem direito de expressar sua opinião. Apenas 40% condenaram a atitude.

O que fica de fundo em tal episódio que nada mais é que apenas mais um dentro de uma educação sexista, machista e preconceituosa que temos é o desafio de combater o racismo, o preconceito e a homofobia todos os dias. Bolsonaro nada mais é que a janela de vidro da nossa sociedade, que não ganha tanta mídia, mas que todos os dias vitima alguém, ou pelo preconceito ou pelo racismo ou pela ignorância.   Bolsonaro  não é vítima, mas também não é um único representante dessa boa educação.


1964: data incômoda para a direita


Por Emir Sader*
A cada ano, quando nos aproximamos da data do golpe de 1964, uma sensação incômoda se apossa da direita – dos partidos, políticos e dos seus meios de comunicação. O que fazer? Que atitude tomar? Fingir que não acontece nada, abordar de maneira “objetiva”, como se eles não tivessem estado comprometidos com a brutal ruptura da democracia no momento mais negativo da história brasileira ou abordar como se tivessem sido vítimas do regime que ajudaram a criar?
Difícil e incômoda a situação, porque a imprensa participou ativamente, como militância politica, da preparação do golpe, ajudando a criar um falso clima tanto de que o Brasil estivesse sob risco iminente de uma ruptura da democracia por parte da esquerda, como do falso isolamento do governo Jango. Pregaram o golpe, mobilizaram para as Marchas da Família, com Deus, pela Liberdade, convocadas pela Igreja, tentaram passar a ideia de que se tratava de um movimento democrático contra riscos de ditadura e promoveram a maior ruptura da democracia que o Brasil conheceu e a chegada ao poder da pior ditadura que conhecemos.
Na guerra fria, a imprensa brasileira esteve plenamente alinhada com a politica norteamericana da luta contra a “subversão” contra o “comunismo”, isto é, com o radicalismo de direita, com as posições obscurantistas e contrárias à democracia, estabelecida com grande esforço no Brasil. Estiveram em todas as tentativas de golpe contra Getúlio e contra JK. Em suma, a posição golpista da imprensa brasileira em 1964 não foi um erro ocasional, um acidente de percurso, mas a decorrência natural do alinhamento na guerra fria com as forças pró-EUA e que se opuseram com todo empenho ao processo de democratização que o Brasil viveu na década de 1950.
Deve prevalecer um misto de atitude envergonhada de não dar muito destaque ao tema, com matérias que pretendam renovar a ideia equivocada de que a imprensa foi vitima da ditadura – quando foi algoz, aliado, fator no desencadeamento do golpe e da ditadura. (O livro de Beatriz Kushnir, Cães de guarda, da Boitempo, continua a ser leitura indispensável para uma visão real do papel da mídia no golpe e na ditadura.) Promoveu o golpe, saudou a instalação da ditadura e a ruptura da democracia, tratou de acobertar isso como se tivesse sido um movimento democrático, encobriu a repressão fazendo circular as versões falsas da ditadura, elogiou os ditadores, escondeu a resistência democrática, classificou as ações desta resistência como terroristas – em suma, foi instrumento do regime de terror contra a democracia.
Por isso a data é incômoda para a direita, mas especialmente para a imprensa, que quer passar por arauto da democracia, por ombudsman das liberdades politicas. Quem são os Mesquitas, os Frias, os Marinhos, os Civitas, para falar em nome da democracia?
Por isso escondem, envergonhados, seu passado, buscam a falta de memória do povo, para que não saibam seu papel a favor da ditadura e contra a democracia, no momento mais importante da história brasileira. Por isso tem que ressoar sempre nos ouvidos de todos a pergunta: Onde você estava no golpe de 1964?
*Sociólogo

Uruguai descobre petróleo em seu território


Jorge Seadi/ Sul21.
A notícia está mexendo com os irmãos uruguaios. Nas proximidades do balneário La Paloma, estado de Durazno, foi encontrado petróleo. “É petróleo mesmo. Só não podemos afirmar ainda a quantidade que existe ali”, disse o eufórico presidente da empresa estatal de petróleo do Uruguai, a Ancap, Raul Sendic. Segundo o presidente da estatal, empresas americanas, russas e argentinas já manifestaram interesse em explorar e negociar o óleo uruguaio.
Em entrevista a emissora de tevê Telemundo, de Montevideo, Sendic disse também que há indicios de que pode haver petróleo também nos estados de Artigas, Salto, Paysandu, Cerro Largo, Trinta e Três em em Tacuarembó. Nos próximos dois anos, a Ancap e empresas associadas farão trabalhos de perfuração e exploração nestas regiões, começando por La Paloma. O dirigente da estatal uruguaia disse que foram encontrados indícios de petróleo em rochas de alto conteúdo de matéria orgância que “ao longo de milhões de anos favoreceram a formação de hidrocarbonetos.”
Raul Sendic afirmou também que foram encontrados quantidades importantes de gás em várias regiões do território uruguaio. Mas não deu maiores detalhes. Já o ministro da Indústria, Roberto Kreimerman foi mais comedido. “São dados importantes, mas ainda preliminares”, disse o ministro à rádio Carve.
O Uruguai é um país de 3 milhões de habitantes e a cidade balneária de La Paloma está a 160km da fronteira brasileira. Tacaurembó, outra cidade uruguaia com indícios de petróleo está a apenas 111 km de Livramento, outra cidade gaúcha que faz fronteira com o Uruguai. Os trabalhos de prospecção se realizam desde 2009 por empresas norte-americanas. A notícia de que foram encontrados fortes indícios de óleo a 180 metros de profundidade causou surpresa aos moradores de La Paloma. E também muita alegria. No entanto, o ministro da Indústria, Roberto Kreimerman pediu moderação “porque isto não quer dizer seremos um país produtor e exportador de petróleo”.
Por outro lado, o diretor da Ancap, Juan Gómez, se mostrou entusiasmado com as amostras afirmando que “o óleo que sai das rochas é puro”. Gómez disse também que estas rochas indicam que pode haver petróleo em outras regiões da América Latina.