quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uma mulher de um Gaúcho.


As mulheres, em reunião nacional, resolveram fazer um complô contra os homens e decretaram que, a partir daquela data, não iriam fazer mais nada em casa...Três meses depois, em outra reunião, elas decidiram contar o que tinha acontecido daquela data em diante.


Primeiro, a mineira:
Eu, quando cheguei em casa, fui logo dizendo ao meu marido:
- A partir de hoje não faço mais nada aqui em casa. Não cozinho um grão de arroz....
No 1º dia não vi nada.
No 2º dia não vi nada.
No 3º dia já o vi cozinhando seu arroz, fritando um ovo...



Depois, a Catarinense:
Eu, quando cheguei em casa, fui logo avisando a novidade:
- Não lavo mais uma peça de roupa. Nem uma cueca.... 
No 1º dia não vi nada. 
No 2º dia também não vi nada. 
No 3º dia já o vi indo para o tanque, lavando suas cuecas....


Aí foi a vez da gaúcha:
Eu, quando cheguei em casa fui logo gritando forte:
- Não faço mais  coisa nenhuma aqui em casa, mas nada mesmo... 
No 1º dia não vi nada. 
No 2º dia não vi nada. 
No 3º dia continuei não vendo nada... 
No 4º dia o olho foi desinchando e já dava prá ver os vultos dos meus guris...............

A diferença entre o CORRETO e o JUSTO

A diferença entre o CORRETO e o JUSTO
  
Coincidentemente, dois juízes encontram-se no estacionamento de um motel e, constrangidos, reparam que cada um está com a mulher do outro.

Após alguns instantes silentes e de 'saia justa', mas mantendo-se com a compostura própria de magistrados, em tom solene e respeitoso um diz ao outro: 

Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRECTO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu. 

Ao que o outro responde: 
Concordo plenamente, nobre colega, queisso seria o CORRETO, sim... no entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando...

Enfrentamentos reais e miragens conservadoras


  A adesão da Venezuela como membro pleno do Mercosul consolida no
coração da América Latina uma referência de recorte progressista como
talvez nunca tenha existido na região, com a abrangência institucional
e o fôlego econômico intrínseco ao bloco agora liderado por Dilma
Rousseff, Cristina Kirchner, Pepe Mujica e Chávez.

Cuba certamente exerceu um magnetismo ideológico superior ao desse
quarteto nos anos 60, mas esse ardor não se traduziu em uma
organização duradoura com o alcance potencial que o Mercosul desfruta
e deve ampliar, graças à incorporação do detentor da maior reserva de
petróleo cru do mundo (a Venezuela tem 296,5 bilhões de barris,
seguida da Arábia Saudita,com 264,5 bilhões de barris).

Trata-se de mais um enfrentamento no qual os interesses conservadores,
muito bem refletidos no bombardeio midiático contrário a essa
inclusão, foram habilidosamente derrotados . Não é um revés em torno
de uma questiúncula pontual. Os que hoje, como há uma década, sopram o
interdito à presença venezuelana, são os mesmos que, paralelamente,
defenderam à exaustão a ALCA, como alternativa a uma inserção global
do continente assumidamente subordinada e dependente do gigantesco
mercado norte-americano. Foram derrotados.

Há pouco, no golpe contra Lugo, encrespado com a suspensão dos
golpistas no âmbito do Mercosul, o jornal 'Estadão' destilou a
nostalgia da velha agenda. Em editorial efervescente aconselhou a
direita paraguaia a responder à punição jogando-se nos braços dos EUA,
de modo a consumar, pelo menos, mais uma mini-Alca regional, expressão
cunhada pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, em coluna recente
em Carta Maior.

A opção de desenvolvimento regional integrado e soberano , reafirmada
pela Cúpula de Brasília do Mercosul, insere-se assim numa espiral de
enfrentamentos em que o guarda-chuva maior do conservadorismo verga
sob o peso da dissolução da ordem neoliberal. É nesse esquina de
derrotas históricas apreciáveis que a seção brasileira perfila armas e
concentra tropas para fazer do julgamento do chamado mensalão uma
espécie de 3º turno simbólico de sua anemia política.

O julgamento que começa nesta 5ª feira oferece-se como um raro campo
em que a relação de forças aparenta ser-lhes favorável. Mídia e
judiciário conjugam-se como donos de um espetáculo em que 38 réus,
entre eles algumas das maiores lideranças do PT, 50 mil páginas
processuais e 600 testemunhas ouvidas serão esmiuçadas e reiteradas em
15 sessões, somando-se um total de 90 horas de julgamento, a ocupar os
holofotes noticiosos ao longo de todo o mês de agosto e 1ª quinzena de
setembro.

Não se subestime o poder de fogo dessa parafernália. Mas não se perca
o pano de fundo sobre a qual ela se dá. O conservadorismo aferra-se à
batalha do dia anterior na esperança de apagar do imaginário social a
percepção de que seus interesses e credo são parte de um mundo que
ruiu. A ver.

Postado por Saul Leblon às 06:57

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tchê! Nunca te esqueça! Porque somos tão modestos: Deus é gaúcho


Deus é gaúcho, 

São Pedro é o capataz, O sol é um fogo de chão que se alastrou, O Atlântico é salgado porque a indiada daqui batia os espeto perto dos rio, O Sahara é um deserto porque foi das árvores de lá que vieram os espetos, A maior churrascada que se fez, resultou na extinção dos dinossauros, A 2ª Guerra se deu por causa que o Turco Salim de Bagé queria tomar conta dos bolichos em Uruguaiana, O Rio Grande amado é o único Estado que faz divisa com 3 países: Uruguai, Argentina e Brasil ! Esses terremotos que andam ocorrendo por aí são decorrência de uns concurso de xula na fronteira... E por aí se vai essa porção de terras ao redor do Rio Grande, chamada MUNDO!     

...GAÚCHO É 


... é morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor; ... é assinar Zero Hora em Nova York; ... é estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha; ... é achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo; ... é comemorar uma revolução que não deu certo; ... é chamar a mulher de prenda; ... é dizer que é fácil fazer churrasco; ... é comer a costela antes da picanha; ... é comer NEGRINHO em vez de brigadeiro; ... é falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro; ... é falar TU em vez de VOCÊ; ... é enviar cartão postal de TORRES; ... é fazer compras no SÚPER rsrs; ... é achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
... é cantar o hino Rio-Grandense com mais EMOÇÃO que o hino nacional;   

... é achar que o GUAÍBA é rio; ... é dizer que tomar água à 100º C com gosto de mato é coisa de macho; ... é chamar geléia de CHIMIA; ... é chamar doce de leite de MU-MU; ... é falar roleta em vez de catraca; ... é falar lomba em vez de morro; ... é poder falar tri legal ou muito tri; ... é chamar quarteirão de quadra... ... é chamar semáforo de sinaleira (ninguém entende)... ... é falar "capaz" (ninguém entende também)... ... é torcer pra qualquer time que esteja jogando contra o time adversário (grêmio ou inter)... ... é ficar babando na frente do açougue e achar carne "linda"... ... é gostar de passar frio (5 graus e o índio velho vai colocar um moletom) ... Outra coisa que só o gaúcho fala é "pechada" quando se refere a uma batida de carros.. ninguém entende...                                           
...Falar tranqueira (congestionamento).

... Chegar no mercado e pedir : me dá 5 pila de cacetinho e 1 kilo de guisado .... 

Ser gaúcho é - saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho; - é ser franco e direto, nem que isso cause inimizades; - é ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões; 
Por isso eu tenho orgulho de ser chamado de "GAÚCHO".

O “mensalão” como operação de marketing e como golpe branco fracassado

Por Emir Sader

Mais além dos fatos concretos, a operação de marketing do “mensalão”
merece fazer parte dos manuais de marketing politico. Nunca na
história brasileira uma criação dessa ordem foi capaz de projetar e
consolidar imagens na cabeça das pessoas, que as impedem de entender o
fenômeno e avaliá-lo na sua realidade concreta, porque sua imaginação,
seus instintos, já estão vacinados e conquistados pelas imagens
projetadas pela campanha.
Uma jornalista da empresa da “ditabranda” entrevistou um dia a um
parlamentar, presidente de um dos partidos da base aliada do governo,
que teve uma das pessoas indicadas pelo partido para um cargo
governamental, pego em flagrante , filmado, com som, em operação de
suborno. O partido que o indicou – PTB – considerou que nao recebeu o
apoio devido por parte do governo e seu presidente resolveu ligar o
ventilador.
Disse que o governo pagava um “mensalão” a uma porção de gente. O
jornal imediatamente cunhou a expressão e deu inicio àquele tipo de
campanha cuja reiteração, por todos os órgãos da mídia privada,
transformou a insinuação numa verdade supostamente incontestável.
O que ficou na imaginação das pessoas era literalmente que indivíduos
chegavam no Palácio do Planalto com malas vazias, entravam numa sala
contigua à do Lula, enchiam de dólares e saiam, mensalmente. A
operação de marketing tornou-se um caso de manual de marketing, pelo
seu sucesso. A partir a insinuação de um politico sem nenhuma
respeitabilidade, se dava inicio à campanha, em que a oposição –
liderada pela mídia privada – considerava que terminaria com o governo
Lula.
Tudo foi se dando como bola de neve. O próprio jornal da família que
emprestou carros para órgãos repressivos da ditadura cunhou o selo
“mensalão”, com o qual cobria todas as atividades políticas nacionais.
Até a eleição interna do PT foi incluída nessa rubrica.
Condenou-se moral e politicamente a dirigentes e políticos ligados ao
governo, com o objetivo de ferir de morte o governo Lula, como
repetição muito similar à crise de 1954, que terminou com o suicídio
de Getúlio. Dois então membros da equipe do Lula chegaram – conforme
entrevista posterior de Gilberto Carvalho – a ir ao Lula, levando a
proposta opositora: todas as acusações seriam retiradas, inclusive o
suposto impeachment, contanto que Lula renunciasse a se candidatar à
reeleição.
Tinham receio de propor impeachment, pelas repercussões populares que
poderia ter, então preferiam usá-lo como ameaça. O tiro saiu pela
culatra. Lula reagiu dizendo que sairia às ruas para defender seu
mandato, convocava os movimentos populares a reagir à tentativa de
golpe branco.
A oposição, depois da cassação do Zé Dirceu, jogava, partindo do que
considerava evidências contra o governo, com a vulnerabilidade do
governo, alegando que Lula sabia dos fatos. Não foi o que aconteceu.
Conseguiram várias cassações, conseguiram diminuir o apoio do Lula
mas, principalmente, deram a pauta política do país.
O caso permitia desqualificar o Estado, o governo Lula, o PT. O
Estado, por definição, para a direita, é corrupto ou corruptível. O
governo Lula, o PT e os sindicatos teriam “tomado de assalto ao
Estado” e imposto seus interesses particulares. O diagnóstico foi
retirado diretamente do arsenal neoliberal.
Os governos de esquerda no Brasil – Getúlio, Jango, Lula – não
terminariam seus mandatos. Fracassado o governo Lula, se cumpriria o
prognóstico de um ministro da ditadura: “Um dia o PT vai ter que
ganhar, vai fracassar, aí vamos poder dirigir o país com
tranquilidade”.
Sob a forma do impeachment ou da renúncia de Lula a disputar um
segundo mandato ou, ainda, com sua eventual derrota, asfixiado pela
oposição – que já havia dito que sangraria o governo, até derrotá-lo
nas eleições de 2006 -, se daria um golpe branco e a esquerda estaria
desmoralizada e derrotada por um longo período.
Mas não contavam com a capacidade de reação de Lula e com os efeitos
das políticas sociais, já em marcha. O povo, com a consciência de que
era o seu governo e que sua eventual derrubada faria com que ele,
povo, pagasse o preço mais alto da operação da direita, reagiu. A
oposição foi pega de supresa pelas reações, que levaram à derrota da
tentativa de derrubar o governo. Mais do que isso, levaram à derrota
do candidato da oposição – o duro e puro neoliberal Alckmin –, porque
a oposição também foi vitima da sua própria campanha.
Como esbravejava o Otavinho, na primeira reunião do comitê de direção
da sua empresa: – Onde é que nós erramos?
Erraram porque acreditaram que eram onipotentes. Afinal foi a mídia
golpista que levou o Getúlio ao suicídio, que promoveu o golpe militar
que derrubou o Jango e que, acreditavam, levaria o governo Lula à
derrota e a esquerda à desmoralização.
Foram derrotados em 2006, em 2010 e tem todas as possibilidades de
serem derrotados de novo em 2014. Mais do que isso, tiveram que
reconhecer que o prestígio do governo vem de suas politicas sociais,
que transformaram democraticamente o Brasil. Que seu poder de fogo
como cabeça da oposição é decrescente, que entraram em decadência
irreversível.
Agora, sete anos depois, tentam ainda explorar o sucesso de marketing,
espremendo tudo o que podem, raspando o tacho da panela, buscando
voltar a pautar o país em torno do seu sucesso de marketing. Não se
dão conta que o país mudou, que desde então perderam duas eleições
presidenciais, que o Estado brasileiro reconquistou legitimidade por
suas políticas sociais e pela sua ação de resistência à crise
internacional? Que as mídias alternativas ganharam um poder de
esclarecimento da opinião publica, que não tinham naquele momento?
Mas não lhes restam outras armas, senão a de explorar o embolorado
tema do “mensalão”, para recordar como já foram bem mais poderosos no
passado. Seus outros argumento naufragaram: o Estado mostra eficiência
na condução do país, o livre mercado levou o capitalismo internacional
à sua pior crise em 80 anos, o povo reconhece que melhorou suas
condições de vida, apoia e vota no governo, as alianças internacional
da política soberana do Brasil projetam o país no plano internacional
como nunca antes, ao mesmo tempo que se mostram muito mais eficazes do
que o Tratado de Livre Comércio e a Alca que a direita pregava.
Em suma, a história avançou desde 2005 e na direção da derrota da
oposição, da criação de uma nova maioria politica no pais. A
permanência do monopólio antidemocrático dos meios de comunicação é a
arma principal de que a direita dispõe e está disposta a usá-la até o
fim, na sua derradeira encenação: o julgamento do “mensalão”.
Mas a história e a vida não se fazem com marketing. Nem mesmo mais
vender os produtos da sua mídia mercantil eles conseguem. Lula os
derrotou, demonstrando que se pode – e se deve – governar o país sem
almoçar e jantar com os donos da mídia. Porque Lula não teve medo da
mídia, condição –nas suas palavras – para que haja democracia no
Brasil.
A primeira vez a encenação teve ares de tragédia – não consumada pela
oposição. Esta segunda tem ares de farsa.
Eles passarão, nós passarinhos.
Emir Sader é escritor, sociólogo, mestre em filosofia política e
doutor em ciência política pela USP

O cidadão midiático e a era da confusão informativa



O norte-americano Dan Gillmor acaba de publicar um livro que está dando o que falar. Depois de funcionar como o grande arauto da revolução informativa no seu livro We, the Media [1], lançado em 2004, Gillmor usa agora um tom bem mais cauteloso ao analisar o que ele chamou de “era da confusão informativa”.
O ex-cronista de tecnologia do jornal San José Mercury News e atual consultor da Fundação Knight para empreendedorismo jornalístico online, reconhece que a avalancha informativa na web ultrapassou todas as previsões e que o público começa a dar sinais de uma preocupante tendência: uma ressaca cognitiva.
As pesquisas consultadas por Gillmor em seu novo livro, intitulado MediaActive [2], mostram que os consumidores de informação começam a demonstrar crescente intolerância diante da enorme quantidade de notícias que circulam na web e na imprensa ao constatar que a maioria delas são meias verdades ou totalmente falsas.
Este é um comportamento que já havia sido previsto por vários autores mencionados aqui nos posts do Código, há algum tempo, como um desdobramento inevitável da avalancha de dados, informações e conhecimentos publicados na web. Os dados são impressionantes. Em 2002, todo o acervo [3] de documentos digitalizados na internet não passava de 5 bilhões de exabytes. Em 2009, este total disparou para 281 bilhões de exabytes [4].
As informações produzidas por indivíduos e publicadas na web sob forma de blogs, tweets, fóruns, chats, redes sociais, bancos de dados, páginas web, noticias etc aumentaram 15 vezes entre 2006 e 2009. Segundo Mark Hurd, presidente da empresa de informática Hewlett Packard, nos próximos quatro anos a quantidade de informações publicadas na web será maior do que tudo o que foi produzido pela humanidade até agora em matéria de conhecimento.
Estatísticas como essas causam impacto, mas as pessoas comuns estão se dando conta muito lentamente do que isso significa no nosso quotidiano. Elas só começam a sentir os efeitos da avalancha informativa quando percebem sua incapacidade de poder contextualizar as notícias diante da diversidade de versões.
Gillmor é um dos muitos estudiosos da informação online que depois de se deslumbrar com as incríveis potencialidades do mundo digital e da internet começa a agora a dar-se conta do potencial de incertezas e desorientação gerado pela democratização cada vez maior na produção de conteúdos noticiosos, tanto no formato escrito como no audiovisual.
Está ocorrendo um fenômeno curioso. Os deslumbrados com a revolução digital tornam-se agora mais céticos e desconfiados enquanto os tecnofóbicos, contrariando as expectativas, tornam-se cada vez mais presentes nos fóruns, comunidades virtuais, twitter e blogs, como mostram as pesquisas sobre participação crescente da terceira idade na internet.
Mas não é só isso. Não dá mais para voltar atrás e não nos resta outra alternativa senão enfrentar os dilemas da era da confusão informativa desenvolvendo os recursos necessários para tornar mais confortável a convivência com a dúvida e com a incerteza.
É o que propõe o exercício da leitura crítica, um recurso informativo que até agora era considerado privilégio dos intelectuais e acadêmicos, mas que começa a ser praticado até mesmo pelos leitores de jornais, revistas ou telespectadores. Sem a leitura crítica fica difícil conviver com o tiroteio informativo presenciado diariamente em nossos jornais, revistas e telejornais.
Quem não se dispuser a desenvolver o seu próprio kit de leitura critica, provavelmente será empurrado para duas opções, ambas igualmente arriscadas: a descrença total, o que equivale a um autismo informativo, e a credibilidade incondicional, similar a um ato de fé cega. Ambas muito próximas do fanatismo.

To ficando velho.



 V OCÊ ESTÁ FICANDO VELHO(A), SE:...

1 - Fez curso de datilografia?

2- Odiava ou adorava as provas com cheiro de álcool, recém copiadas no mimeógrafo(usando papel estêncil)?

3- Não ia para a escola no dia do seu aniversário com medo de levar um ovo ou vários na cabeça?

4- Aumentava o rádio quando tocava Barão Vermelho,Engenheiros do Havaí, Paralamas e RPM?
 
5- Usava caneta de 10 cores com cheiro?

6- Viu a Gretchen cantar Conga La Conga, o Ritchie cantar Menina Veneno?
  
7- Jogava Enduro e River Raid no Atari? E Master System?

8- Tentou fazer o break do Michael Jackson?

9- Brincava de "Estátua", "Batata-quente", "Queimada", "Pega-pega", "Pique-esconde", "Estrela Nova Cela", "Forca",
"Cabra-cega", "Passa Anel","Boca de Forno", Amarelinha", "Casamento Atrás da Porta" e "STOP" (Uésssstopê!!!)?
    
10- Tinha Melissinha, botas sete léguas, catina, conga, kichute??? E sabia que o Tênis Montreal era o único anti-micróbio?
     
11- Comia "Lollo", antes de se chamar "Milkbar"?

12- Colecionava papel de carta?
   
13- Usou aquelas pulseirinhas de linha ou lã?

14 -E pulava elástico?

15- Usava aquelas chuquinhas de pano da Pakalolo?

16- Dançava lambada do Sidney Magal ou do Beto Barbosa? Ou corria pra dançar quando escutava a música "Chorando se foi,
quem um dia só me fez choraaaar..."?

17- Usou aqueles brilhos labiais que o pote tinha forma de morango? Ou aqueles brilhos tipo da Moranguinho?

18- Ploc Gigante? Chupava bala Soft? Bebia Crush? Comia bala Xaxá?
    
19 - Comprava Dip Lik, Mini-Chiclets e o pirulito que vinha com hélice,pra girar e voar (pirocóptero)?
   
20 - Teve o Pequeno Pônei, as Chuquinhas, Ursinhos Carinhosos, Peposo ou a Peposa?
   
21- Tinha os estojos com vários botões, com cola,durex,apontador... (o famoso estojo paraguaio).

22- Tinha aqueles relógios que vinham com várias pulseiras de cores diferentes para trocar? (Champion)

23- Leu a Série Vaga Lume?

24- Tinha aquela régua que ao bater no braço se enroscava como uma pulseira, a Bate-Enrola?

25- Usava aqueles brincos que vinham na cartela e se colava na orelha?

26- Tinha a mania de dançar Jazz, igual a mulher do Flash dance?

27- Usou polainas e tinha patins de prender nos tênis?
     
28- Colecionava as mini garrafas de refrigerantes??? E a mãe dizia que tinha veneno dentro para que a gente não bebesse...
E os ioios da Coca-Cola?
   
29- Respondia aos Questionários das colegas??? Normalmente, em um caderno, e a última pergunta era...
De quem vc gosta? Ou...Deixa uma mensagem para a dona do caderno...

30- Teve walkman AM/FM amarelo à prova d'água?

31 - Tem algum CD do Biafra? (Essa aí é dose)

32 - Usava biquínis "asa delta"?

"VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO", HEIN??? MEU AMIGO(A), VOCÊ QUE FEZ
PARTE DA GERAÇÃO ANOS 70, 80 e 90, NÃO DEIXE QUE NOSSAS LEMBRANÇAS
SEJAM ESQUECIDAS.