sábado, 11 de janeiro de 2014

"60 anos sem tomar banho"



Homem iraniano está há 60 anos sem tomar banho

         Um homem que mora no sul do Irã está há 60 anos sem tomar banho, segundo relatou a agência de notícias estatal Irna.
      Identificado como Amoo Hadji, 80, ele leva vida de forma primitiva, dormindo numa cabana construída por moradores do vilarejo de Dezhgah, na Província de Fars, situado próximo da área onde está instalado.
Mohammad Babaei/Irna 
Homem iraniano, identificado como Amoo Hadji, tem 80 anos e está há 60 sem tomar banho

         Além da sujeira que forma grossas camadas de crosta em sua pele e barba, o homem também é conhecido na região por gostar de fumar charuto contendo esterco de animais que pastam na região.
      Hadji também fuma tabaco comum, principalmente em épocas de baixa temperatura, quando ele acende vários cigarros ao mesmo tempo para se esquentar.
        De acordo com a reportagem da Irna, Hadji se alimenta de pequenos animais e gosta de descansar num buraco no chão que se parece com uma cova. Não se sabe o que o levou a optar por esta vida.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A ficha virou - China ultrapassa EUA, como o maior comerciante do Mundo.

Trabalhadores de uma fábrica na China

Sectores de produção e de exportação têm sido principais motores do crescimento da China

       China afirmou que é "muito provável" que superou os EUA como nação comercial de topo do mundo, um título que os EUA tem mantido ao longo de décadas.

        De acordo com os dados mais recentes, o comércio total da China cresceu a uma taxa anual de 7,6%, para US $ 4.16tn (£ 2.5tn) no ano passado.
         Os EUA ainda está para liberá-lo números para todo o ano, mas o seu comércio para os primeiros 11 meses de 2013 totalizaram US $ 3.5tn.
       China se tornou o maior exportador mundial de bens em 2009. Suas importações também subiram em meio a uma expansão em sua economia.
"É muito provável que a China ultrapassou os EUA para se tornar o maior país comercial do mundo", disse Zheng Yuesheng, um porta-voz da administração aduaneira da China.


Os EUA está programado para liberar seus dados para todo o ano no mês que vem.

" URI e a Coordenação de Direito se superarão. Democraticamente, pobres alunos."



quarta-feira, 14 de agosto de 2013


             Democraticamente, não acredito que seja um encaminhamento da direção, se foi assim que tiro no pé, estão sem rumo. DEMOCRATICAMENTE. Tenho o maior respeito pela nossa URI, mas se superam, que futuro doido para este curso, com todos os problemas.
Olha Julio, por esta, tenho que tirar o chapéu por esta tua visão. 
         Eu achei que já tinha visto tudo, mas essa do curso de Direito da URI de trazer Jorge Pozzobom para palestrar para os aluninhos é o fim da picada. Primeiro, porque vão usar uma estrutura universitária para fazer palco para político tucano. Nada contra políticos, mas em setores universitário, quando trazem um representante de uma vertente ideológica, o mínimo que exige é o contraponto ideológico. Segundo, o palestrante não tem currículo acadêmico. Busquei no Lattes e fiquei chocado com o que encontrei: se trata de palestrante apenas com graduação em direito; façam o mesmo Jorge Cladistone Pozzobom: Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/3556161374844999. (Não venham me dizer que o Blattes é contraponto).
        Terceiro, tudo bem que vivamos pendurados em Santa Maria, o que por si só já demonstra uma baita precariedade, mas então que busquemos alguém com currículo acadêmico capaz de acrescentar alguma coisa e não político para fazer politicagem em cima dos nossos estudantes e de nossas estruturas. Afinal, convenhamos, sobre o que mesmo Pozzobom vai palestrar?

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Grêmio quase se matou. "Yeda Crussius pode assumir comando técnico do Grêmio".

Quase um desastre aconteceu nas eleições do Time Gaúcho.
Novembro de 2011.



Yeda Amelia  Lemos, não,  Yeda Crussius  é da mesma coligação de Odone.

           "Foi uma madrugada longa para os dirigentes gremistas. Após o melancólico empate contra o Avaí em pleno Estádio Olímpico, Paulo Odone concedeu entrevista e praticamente selou a saída do técnico Renato Portaluppi.
           Fontes próximas afirmam que Odone já teria chegado a um acordo com a ex-presidente da República Rio Grandense, Yeda Crusius.
- Odone gosta muito do nome da Yeda e o fato de ser da mesma coligação política que ela facilita muito - disse uma fonte que preferiu não se identificar.
               Entramos em contato ainda na madrugada com Yeda que disse não estar sabendo do ocorrido mas revelou que não seria má ideia:
- Podemos fazer uns cortes nas noitadas de alguns jogadores. Podemos também cobrar impostos dos sócios que têm cadeira na parte coberta do Olímpico. São medidas preliminares - disse Yeda."

Bairrista.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Direito Uri - Dr. Barbará...."às vezes é preciso que crises sejam instaladas ou algumas pessoas percam para que as transformações aconteçam na sociedade.""

                 "Espero, sinceramente, contribuir com a minha entrevista para que se instale de verdade um debate crítico, democrático, sério e transparente sobre o ensino jurídico em Santiago, independente de continuar ou não na URI, pois se a minha saída já contribuir para este debate já ficarei imensamente feliz, afinal, às vezes é preciso que crises sejam instaladas ou algumas pessoas percam para que as transformações aconteçam na sociedade."



29, 2011
Professor Barbará
Blog Julio Prates.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Chega de postar neste Blog.

          Após um ano de muita correria, avanços e ranços, trabalho feito, casa organizada e preparação para um ano atípico. Será um ano onde os Gaúchos e gauchas decidirão se seguimos nossos rumos e façanhas ou voltaremos ao passado próximo. 
         Bom tudo a seu tempo.
         No momento, acalmar. Entrando de férias. Vamos desligar os botões.
         Vamos subir Brasil acima e  natureza pura, florestas e muito ar puro. Fui. 

Que saudades do inverno Gaúcho. 

Chineses agora financiam e exportam soja brasileira

Empresas chinesas tentaram repetir no Brasil a experiência que tiveram na África, de explorar as riquezas naturais, mas esbarraram nos limites para compras de terras e agora se especializam em financiar a produção, processar e vender soja para o exterior

Graves deficiências de infraestrutura e abundância de recursos naturais: a China se deparou no Brasil com a combinação que havia servido de base para a sua bem-sucedida inserção na África. Com sua exuberância de capital, experiência em logística e mão de obra treinada e barata, os chineses organizaram a produção e escoamento de minérios e alimentos na África na década passada de maneira a sustentar seu crescimento econômico, que já exauriu seus recursos naturais. Agora, estão tentando aplicar esse modelo no Brasil.

Em sua penosa curva de aprendizagem, "os chineses estão entendendo que aqui não é a África", observa Marcelo Duarte Monteiro, diretor executivo da Aprosoja, que reúne os produtores de soja e milho do Mato Grosso. Ele esteve quatro vezes na China e perdeu a conta de quantas delegações chinesas recebeu em Cuiabá.

Inicialmente, eles chegaram com a mentalidade de comprar terras e plantar soja, de maneira a assegurar seu abastecimento. Visitaram o sul de Goiás e o Mato Grosso, mas resolveram fixar-se no Oeste da Bahia. O governo baiano abriu escritório em Pequim em 2011.

Recuo. A compra de cerca de 20 mil hectares pela Universo Verde, filial brasileira da Chongqing Grãos, suscitou advertência da Advocacia Geral da União, e uma portaria interministerial, em setembro de 2012, regulamentando a aquisição de terras por estrangeiros. Enquanto eram obrigados a recuar de seu plano de adquirir terras, os chineses perceberam que os produtores locais têm não só uma longa experiência com a adaptação da soja à região - muito diferente das altas latitudes chinesas, de onde o grão é originário -, mas também capacidade de atender um aumento de demanda.

Passaram então a firmar parcerias com agricultores da região de Barreiras, no Oeste da Bahia. Agora seu capital está sendo aplicado na compra de sementes, fertilizantes e implementos agrícolas, que entram como moeda na venda antecipada da produção. Depois de ouvir a Associação de Irrigantes e Produtores da Bahia (Aiba), a Universo Verde decidiu investir em uma planta de esmagamento de soja em Barreiras. A terraplanagem da área onde ela será erguida já está feita. Arredios, os chineses preferem não falar do assunto.

A China tem excedente de capacidade de esmagamento. Comercialmente, faz mais sentido importar a soja em grão do que em óleo ou farelo. O projeto da planta de esmagamento indica o interesse de fornecer parte desses derivados para os mercados do Brasil e de outros países. As americanas Bunge e Cargill já têm plantas de esmagamento na Bahia. A da Universo Verde criará mais concorrência para os produtores venderem sua soja, aumentará o valor agregado na economia local e gerará entre 500 e 800 empregos diretos, de acordo com Jairo Vaz, superintendente de Política de Agronegócios da Secretaria de Agricultura da Bahia. "Os chineses estão mapeando o Oeste da Bahia para instalar silos e armazéns para captação de grãos e suprimento da fábrica."

Logística. Hoje, a produção do Oeste da Bahia segue em caminhões para os portos de Santos e Paranaguá, o que encarece muito o seu custo. Mas a expectativa é que daqui a alguns anos ela possa seguir no sentido contrário, por meio das novas ferrovias que interligarão o oeste e o leste aos portos do norte e nordeste, mais próximos dos mercados dos EUA, da Europa e da China. A Universo Verde prevê a construção de um "porto seco", que receberá os caminhões com os grãos, o óleo e o farelo.

A curva de aprendizagem na logística tem sido acentuada. Os chineses chegaram com a experiência da África, onde suas construtoras firmam contratos com os governos, trazem navios com seus operários, constroem rodovias, ferrovias e portos, vinculam esses investimentos com o fornecimento de minério de ferro, petróleo e outros recursos naturais. E pronto. No Brasil, encontraram um ambiente bem mais complexo: grandes construtoras com vasta experiência internacional, mão de obra local, decisões políticas descentralizadas em Estados e municípios, licenças ambientais e agências reguladoras.

"É muito difícil no Brasil", suspira Li Tan, do grupo chinês Hopeful, que planeja investir R$ 400 milhões em um terminal no porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. "Muito longo, muito complicado para aprovar. É muito mais fácil fazer isso na China." O projeto começou em 2007. Está na fase da licença ambiental. Depois de muitas revisões no prazo, a empresa espera que esteja pronto em dois anos.

"É bom proteger o meio ambiente", diz. "A situação do meio ambiente na China é horrível. Pensar no meio ambiente no início é muito bom. Vocês devem fazer isso. Mas a papelada é muito difícil. Toma muito tempo para concluir o processo."

Li, que está baseado no Estado americano de Iowa, diz que "os Estados Unidos também têm essas regulações, mas o processo está se acelerando e é bem regulado". Em contrapartida: "Às vezes o mercado brasileiro não é bem regulado, você não consegue acompanhá-lo. Você prepara um documento, e dizem: não é esse, é aquele outro. Você faz o outro e dizem que também não é esse, mas um outro. Algumas coisas não são claras."

O negócio do grupo é esmagar soja importada dos EUA, Brasil e Argentina. Do Brasil, importa hoje 1,5 milhão de toneladas por ano. Seu terminal terá capacidade de 8 milhões de toneladas por ano. "Os chineses buscam o Brasil não mais para abastecer a China, mas como mercado consumidor importante, e plataforma de exportação para a região", diz Sergio Amaral, ex-ministro do Desenvolvimento e presidente do Conselho Empresarial Brasil-China.
Lourival Sant'Anna - O Estado de S.Paulo