sexta-feira, 29 de julho de 2011

Uergs - Firmado contrato para realização de concurso público para o quadro permanente de funcionários



Foi assinado nesta quarta-feira (27), entre a Uergs e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos, o Termo de Contrato para prestação de serviços para a realização do concurso público para provimento de empregos, bem como para a formação de cadastro de reserva. Na sequência, serão informadas todas as etapas que compõem esse processo, bem como seus prazos.

As vagas são as seguintes:

Nível superior:
Assessor em Planejamento e Gestão
Assessor Jurídico
Assessor em Finanças
Assessor em Contabilidade
Assessor em Informática
Assessor em Biblioteconomia
Assessor em Obras (Arquitetura e Engenharia Civil)
Assessor em Comunicação (Jornalista, Publicitário, Relações Públicas)

Nível médio
Agentes Administrativos e Motoristas

Por Uergs.


O uso político da imprensa - A verdade omitida pelo O Estado de São Paulo sobre a BR 448 no RS



O uso político da imprensa - A verdade omitida pelo O Estado de São Paulo sobre a BR 448 no RS


Na última sexta (22), o Jornal O Estado de São Paulo fez mau uso do jornalismo, ao trazer uma matéria tendenciosa aos seus leitores sobre a BR 448 no Rio Grande do Sul e a construção de moradias para as famílias que viviam no local por onde está sendo construída a rodovia.
Assista ao vídeo e veja a verdade

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Contradições marcam caso de violência sexual em Santa Maria


Foto:

Jovem confirma que foi pego a força pelos colegas

Integrante da Comissão de Direitos Humanos, o deputado Jeferson Fernandes (PT) está acompanhando a apuração do crime que aconteceu no dia 17 de maio no quartel do Parque Regional de Manutenção em Santa Maria. Um recruta teria sido violentado por quatro colegas de farda. Segundo o general Sérgio Westphalen Etchegoyen, as investigações estão sendo mantidas em sigilo para garantir que os envolvidos e as famílias não sejam prejudicados ou sofram algum tipo preconceito. “Espero que o Ministério Público Federal, responsável pela apuração dos fatos, esclareça as contradições”, declarou Jeferson.

Na reunião da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia desta quarta-feira (13) Jeferson apresentou o relatório das oitivas realizadas. O documento também será encaminhado para as Comissões de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O trabalho está sendo desenvolvido com o apoio do ex-deputado José Gomes, assessor da bancada petista, e da assessoria da própria Comissão de Direitos Humanos.

A versão da caserna

O deputado esteve com o Comando do Exército de Santa Maria na quinta-feira (7), em Porto Alegre. Segundo o general Etchegoyen, a suposta vítima recebeu todo atendimento necessário, desde exame de corpo de delito até medicação e demais cuidados físicos e psicológicos. Justificou a presença constante de um soldado ao lado do leito como medida de segurança para o próprio paciente. “Poderia haver constrangimento e tentativa de suicídio”, afirmou. O general estranhou o fato do rapaz levar a denúncia ao comando apenas na tarde do dia seguinte. “No exame de corpo de delito constatou-se lesão leve no ânus”. Segundo o general, essa prova isoladamente não comprovaria o estupro.

O general negou que o acesso da família e do advogado tenham sido dificultados. Ele explicou que o inquérito foi prorrogado. O deputado presume que seja para incluir o resultado do exame de corpo de delito do Instituto Médico Legal ao inquérito. “Se for comprovado o estupro, os quatro serão punidos de acordo com a previsão legal das Forças Armadas. Se foi consentida, os cinco serão penalizados”, afirmou o general.

A versão do recruta

À noite, Jeferson ouviu o recruta e o seu pai em Santa Maria. O recruta confirmou as denúncias de que foi forçado pelos quatro colegas. Três teriam praticado o estupro. E os demais soldados que compartilhavam o mesmo alojamento não vieram em seu auxílio. “Denunciei no dia seguinte porque não aguentava mais a pressão dos colegas”. Ao contrário do que afirmou o general Etchegoyen, ele só teria recebido atendimento psicológico após sair do hospital. “Não informei minha mãe antes por vergonha”, alegou.

A versão do pai do recruta

“Estranhei um guarda ao lado do meu filho quando fui visitá-lo na sexta-feira”, contou o pai do recruta. “Mas foi só a partir da informação de um médico amigo da família que conseguimos descobrir o que tinha acontecido”. A mãe então ficou com o rapaz no hospital até a sua alta no dia 25. Teria sido acusada de insubordinação e sofrido humilhações. O pai acredita que o filho só foi liberado porque a imprensa noticiou o estupro. “Agora só quero justiça”.

Recomendações do deputado

O exército precisa estar preparado para fazer uma perícia completa para apurar situações como essa, respeitando os Direitos Humanos;

É necessário prestar atendimento psicológico imediato à vítima e seus familiares, bem como ao longo do tempo necessário.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

País vai conceder 100 mil bolsas e terá R$ 3,16 bilhões para formar cientistas



País vai conceder 100 mil bolsas e terá R$ 3,16 bilhões para formar cientistas

O Brasil pretende conceder, até 2014, até 100 mil bolsas de intercâmbio para estudantes e pesquisadores em modalidades que vão do nível médio ao pós-doutorado. Desse total, 75 mil ficarão a cargo do governo federal e 25 mil, da iniciativa privada. A meta é incentivar a inovação tecnológica do País e o registro de patentes.

Vestibular da Universidade de Santa Catarina cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:


Vestibular da Universidade de Santa Catarina cobrou dos candidatos a
interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
  
'Amor é fogo que arde 
sem se ver, 
é ferida que dói e não se sente, 
é um contentamento descontente, 
dor que desatina sem doer. '


 
Uma vestibulanda de 18 anos deu a sua interpretação :
 
 
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia, 
tomavas uns antipiréticos, 
uns quantos analgésicos 
e Prozac para a depressão. 
Compravas um computador, 
consultavas a Internet 
e descobririas que essas dores que sentias, 
esses calores que te abrasavam, 
essas mudanças de humor repentinas, 
esses desatinos sem nexo, 
não eram feridas de amor, 
mas somente falta de sexo !'

A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela
estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira v ez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher...
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Email do chefe.......




Email do chefe.......
  Nada como raciocinar rapidamente. ....

            Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito:  PORRA.
          
            No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.
            Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:
            - Você não tinha o direito de me responder daquele jeito!   O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é:   'Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado'.
            O funcionário argumentou:
            - Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa:   'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.
 
            Foi promovido, claro... 
 

            Vai ter raciocínio rápido assim lá na PQP (Produção, Qualidade e Planejamento) .

Mais de 1 milhão na Classe C

De 2003 a 2009, número de brasilienses a alcançarem o estrato foi de 189,6 mil. Com renda mensal de R$ 1,2 mil a R$ 5.174, essa parcela ganhou poder de compra que se assemelha ao das camadas A e B

O advento da nova classe média, nome dado ao grupo de brasileiros que despontou com grande potencial de consumo na esteira da prosperidade econômica do Brasil nos anos 2000, também deixou sua marca no Distrito Federal. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou o fenômeno a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) e do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em um período de seis anos, 189,6 mil moradores do DF passaram a integrar a classe C, patamar de renda que engloba famílias cujos ganhos mensais ficam entre R$ 1,2 mil e R$ 5.174. Isso significa que 1,16 milhão dos habitantes de Brasília e regiões administrativas se enquadram nessa categoria.
O crescimento do poder de compra dessa parcela da população tem nuances no Distrito Federal que merecem destaque. O funcionalismo público é responsável por grande parte dos empregos locais e isso inclui trabalhadores da classe C. Por gozarem de estabilidade, esses consumidores têm acesso mais fácil ao crédito e, principalmente, a financiamentos de longo prazo. “O integrante da classe C brasiliense facilmente está se comprometendo com a compra de bens que são caros, como carros e apartamentos”, destaca o consultor de varejo Alexandre Ayres, da empresa Neocom.
São pessoas como o policial Leonidas de Almeida, 39 anos, que está distante apenas 12 prestações de quitar a casa própria em Taguatinga. A boa maré financeira e as condições facilitadas de pagamento permitiram à família de Leonidas adquirir não apenas o imóvel. “Nos últimos anos, compramos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, mas agora chega. Não queremos fazer mais dívidas até terminar de pagar a casa”, diz. A prudência, no entanto, não impede o policial de fazer planos para o futuro: quando ficar livre dos compromissos atuais, ele quer trocar de carro.
Ascensão aguda
Na visão de Alexandre Ayres, casos como o de Leonidas ilustram o fato de que, no DF, a melhora na qualidade de vida proporcionada por transformações como aumento de emprego e renda no país deram margem ao desenvolvimento de uma classe C que possui afinidades com a classe média dos patamares A e B. “Brasília tem uma ascensão social muito aguda”, diz. O economista Marcelo Neri, da FGV, reforça que o Distrito Federal tem características peculiares. “Brasília não é uma cidade classe C, mas A ou B. Acompanhou o movimento nacional de ascensão da nova classe média, mas com menos força”, avalia.
Neri ressalta que, enquanto no DF o segmento C passou de 37,99% para 45,37% da população entre 2003 a 2009, no Brasil o salto foi de 37,56% para 50,44% no mesmo período. Estudos mais recentes dão conta de que, no país, a classe C já representa mais da metade da população.
Ainda que em menor escala, os impactos do aumento da representatividade da classe C são visíveis no Distrito Federal, principalmente nas áreas periféricas. O economista Júlio Miragaya, diretor de Gestão de Informações da Companhia de Desenvolvimento do Distrito Federal (Codeplan), diz que levantamentos relativos à Pdad feitos este ano revelaram profundas diferenças face aos dados de 2004, que até o fim de 2010 eram os mais recentes disponíveis.
“Até o momento, a Pdad só foi aplicada em 13 regiões administrativas. Mas indicadores indiretos nos permitem afirmar que esse estrato foi muito beneficiado pelas mudanças no panorama econômico do país”, afirma Miragaya. O economista cita como exemplos a forte presença do comércio nas RAs pesquisadas — em média, ele tem respondido por 30% dos empregos — e o fato de estar aumentando a quantidade de pessoas que trabalham no próprio local de residência, sem necessidade de procurar postos no Plano Piloto. “É sinal de que houve aquecimento da economia nessas regiões”, destaca.
Serviços
O consultor de varejo Alexandre Ayres chama a atenção para outro setor beneficiado pelo advento da nova classe média além do comércio: o de serviços. “Com a melhoria de renda, uma das primeiras coisas que as pessoas têm feito é colocar a saúde em dia. Portanto, têm recorrido mais a médicos particulares e planos de saúde. Os salões de beleza são outro filão que cresceu muito”, comenta.
Gravida há três meses, a representante comercial Elaine Cristina Palmeira, 30 anos, tornou-se usuária de um plano de saúde há pouco mais de 30 dias. “Antigamente eu pagava por fora quando tinha de ir a um médico, pois só tinha necessidade de vez em quando. Agora, por causa dos exames e do acompanhamento, ter esse recurso vale muito mais a pena. Eu e meu marido teremos que apertar um pouco o orçamento, mas damos conta”, diz.
Musa Cruvinel, 41 anos, é gerente de um estabelecimento em Taguatinga que aluga roupas de festa, atividade considerada prestação de serviços. Ela confirma que o movimento de clientes tem crescido nos últimos anos. “Alguns meses são mais fortes que outros no nosso ramo, mas de maneira geral as pessoas estão gastando mais”, afirma. Para Musa, o cuidado ao escolher detalhes e acessórios aponta que a qualidade passou a ser mais valorizada pelos clientes. “Apesar de querer levar um produto de preço acessível, as pessoas procuram o que é bom”, explica.
Nos últimos anos, a comerciante Alvina de Souza, 47 anos, fez conquistas importantes. A casa recebeu novos móveis, as roupas e os sapatos passaram a ser adquiridos com maior frequência. Além das compras, Alvina vai mais ao salão de beleza. “Minha qualidade de vida melhorou 80%”, diz, orgulhosa. Após tantas transformações, a rotina da família também mudou. “Estamos comendo mais fora de casa e compramos um carro zero. Apesar de ser financiado, já pagamos nove meses. É o terceiro na garagem.”, conta. Correio Braziliense