sexta-feira, 25 de maio de 2012

Atenção Prefeituras do Vale do Jaguari. Oportunidade na área de segurança.

Dep. Valdeci Oliveira INFORMA:
Edital para seleção de projetos municipais e de consórcios municipais, a serem financiados com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, no ano de 2012.
PARTÍCIPES: Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança P ública, Prefeituras Municipais que contemplem os requisitos presentes no Edital e sejam selecionados.
OBJETO: O presente Edital tem por objeto a seleção de projetos municipais e de consórcios municipais, a serem financiados com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, no ano de 2012, com base no Plano Plurianual para o período 2012 a 2015 , que tenham por finalidade a implantação de Ações de Prevenção em Segurança Pública para implementação e/ou expansão de Sistema de Videomonitoramento;
VALOR DO EDITAL: 6.6.1: Sistema Integrado de Prevenção à Violência e Criminalidade: custeio R$ 2 milhões e capital R$ 8 milhões;
DATA DA PUBLICAÇÃO: 17/05/12.
VIGÊNCIA: O edital estará aberto para cadastramento de propostas no período de 18/05/12 a 14/06/12 , no Programa 3000020120096 .

Fonte: D iário Oficial da União - Seção 3 - Nº 96, sexta-feira, 18 de maio de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Um "grupo" de cegos.





Os cegos estão por toda parte. Não falo dos que estão sempre de óculos escuros, guiados por uma bengala e são impedidos de ver a luz do sol, de contemplar o azul do céu, de olhar no fundo dos olhos, e outras maravilhas que só a visão pode captar. Não me refiro a esses, que também são muitos.

Falo dos cegos que possuem total capacidade visual, mas não a usam com sabedoria. O cego que enxerga, mas não vê. Aquele que não vê o outro, não vê nada além de si mesmo. Ou, ao contrário, vê unicamente o outro, e se desagrada para agradar o outro, que se coloca em segunda opção, sempre.

Falo daquele cego que não vê o que pode dar certo, mas só o que pode dar errado. Que vê a oportunidade, mas não arrisca. Que fecha os olhos e não se move quando se depara com a dificuldade, os obstáculos.

O cego que se depara com o necessitado, o faminto, o estigmatizado e baixa os olhos, com medo ou repulsa. Aquele cego que, de tanto ver, já não vê mais nada, em decorrência de uma visão desgastada, calejada, que já não tem sensibilidade para o mundo a sua volta. Que não se impressiona e nem se deixa emocionar facilmente.

Aquele cego que é capaz de captar todas as maravilhas do mundo, mas não as admira, não as valoriza, não as sente. O cego de olho grande, que vive na busca incansável pelo dinheiro e possui a vista desfocada para o valor das pequenas coisas. O cego que vive uma vida na qual não se vê, na qual não se sente vivo.

O cego que vislumbra o futuro e corre feito um louco atrás dele, esquecendo-se que a única certeza é o agora. O cego que só vê a capa, a casca, a superfície e que, antes mesmo de ver a fundo, faz uma série de julgamentos infundados, os chamados pré-conceitos.

A lista é interminável, e eles estão em toda parte. E são eles que sofrem da pior cegueira, uma cegueira que nem cirurgia de córnea resolve. Uma cegueira que não exige bengala, mas que pode gerar muitos tombos no percurso. Uma cegueira que só a vida pode consertar.

E para aqueles que aqui se viram: Abram os olhos, enquanto há tempo.


Texto retirado do blog Atelier das palavras
O título foi alterado.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


                Vejam no que se transformou um daqueles que dizia-se socialista, militava no velho PCB depois transformou este no PPS, "endireitou" e perdeu completamente o senso de ridículo, perdeu a capacidade de pensar, perdeu o raciocínio(se é que algum dia os teve) de tal forma que não é capaz de perceber a diferença entre notícia e humor.

             Esta falsa notícia, foi publicada pelo site de humor G17 e o energúmeno querendo mais uma vez criticar o govêrno, "se bocou" no Twitter para tomar providências contra "esta ignomínia"... ká ká ká... Este é um exemplar daqueles que dominavam o nosso Brasilzão e que ainda estão por aí, hoje tem uma tetinha no governo de São Paulo, querendo voltar ao poder no planalto central. 


Roberto Freire diz que é afronta pública nota de real com “Lula seja louvado”

publicado em 7 de maio de 2012 às 15:27
O Banco Central colocou em circulação nesta segunda-feira (7) notas de real com a frase “Lula seja louvado”. De acordo com o BC, a mudança foi um pedido da Presidente Dilma Rousseff, que quis homenagear o ex-presidente Lula.
Segundo informações da Assessoria de Dilma, no Palácio do Planalto, a frase “Deus seja louvado” estava provocando confusão e atrito entre religiosos e Ateus. “Nem Deus, nem Zeus, nem Goku nem Galileu, coloquem o nome do Lula”, teria dito a Presidente Dilma, para encerrar a confusão.
A mudança nas cédulas de real, com a frase “Lula seja louvado” está sendo feita aos poucos pelo Banco Central. A expectativa do BC é que, até o final do ano, todas as notas estejam com o nome de Lula.
**********
Indignado, o deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) já  anunciou no twitter que vai tomar providências.

Por um militar - O grande erro dos militares nos idos de 1964...




Entrevista Extemporânea Cel Silvio Gama

Eu estava, sexta-feira passada, na sede da Academia Alagoana de Letras, durante o velório no qual pranteávamos o falecimento do confrade Ib Gato Falcão e, contava a um grupo de amigos que ele gostava de me chamar de general, em tom de brincadeira, pensando que a promoção me agradava.
Nesta ocasião, um jornalista que fazia a cobertura do velório dirigiu-se a mim e comentou:
– Professor, tenho acompanhado sua vida literária e nunca soube que o senhor pertence ao Exército. Aproveitando a oportunidade e porque o acho perfeitamente integrado à vida civil, desejo saber como o senhor vê a Revolução de 1964.
Pergunta inoportuna, mas se para ela eu não desse resposta, poderia, o meu silêncio, ser interpretado como uma fuga para evitar uma opinião contrária. Resolvi encarar o curioso e respondi:
– Da Revolução eu acho que foi uma aventura apressada de uma camarilha que desejava entregar o nosso Brasil nos braços de uma ditadura comunista. Porém da Contra Revolução que ela ensejou, acho que foi uma atitude acertada do Exército, atendendo ao clamor popular.
– Mas a Contra Revolução instalou uma ditadura militar que permaneceu por mais de vinte anos. Ponderou ele.
 Chamam de ditadura um governo democrata que manteve a autonomia dos três poderes; Que respeitou os direitos individuais de todas as pessoas de bem; Que prendeu bandidos e delinqüentes que se escondiam atrás de um falso idealismo, onde o individualismo interesseiro predominava; Que mais trabalhou, comparando-se as suas atividades com as de todos os governos que o antecederam.
– Mais só uma pergunta, coronel ...( o meu modo decidido e firme com o qual eu dava as respostas, já estava fazendo com que ele colocasse os pontos nos is)..., em sua opinião a Contra Revolução cometeu erros?
 Cometeu um só. O de não ter feito com o bando de assassinos, ladrões de bancos e de carga de caminhões, seqüestradores iguais aos que, hoje, atormentam à nossa população, o mesmo que Fidel Castro fez em Cuba – e que eles tanto aplaudem: eliminação sumária. Só assim estaríamos livres dessa horda de ladrões que, comprando a democracia, situaram-se no poder; saqueia o erário público; se auto premiam com indenizações bilionárias por prejuízos morais inexistentes; incentivam o enriquecimento ilícito e, o que é pior, estão,pelo mau exemplo,promovendo o esfacelamento da ética e da moral na sociedade.

# Cel Silvio Gama é Aspirante de Artilharia, da Turma TUIUTI - 08 Jan 44, da antiga Escola Militar do Realengo, hoje Cel Reformado, renomado escritor, autor de vários livros, em prosa e poesia, por isso que prestigiado membro da  Academia Alagoana de Letras #

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ditadura gay?



Por Dom Luiz Gonzaga Bergonzini - Bispo Emérito de Guarulhos - 11 MAI 2012

Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou ditadura gay sem fundamentos?


Quando fomos entrevistados pelo jornal "Valor Econômico", a repórter afirmou que estávamos escrevendo um artigo com o título "A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo os nossos filhos".
Um senhor, com nome de Júlio Marinho, escreveu um artigo publicado no blog "nossostons", que se diz de "notícias e artigos relacionados ao universo lgbt (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), nos agredindo com palavra de baixo calão, cujo texto está transcrito no final.
Na época, não estávamos escrevendo. Agora, diante dessa agressão gratuita a nós, aos sacerdotes e aos religiosos, somos obrigados a escrever sobre a ideologia homossexual.
Retornando à matéria do jornal "Valor Econômico", fomos pesquisar na Internet para saber se alguém teria dito ou escrito algo parecido com o título do suposto artigo que estaríamos escrevendo. Descobrimos que um líder dos gays, de nome Luis Mott, concedeu uma entrevista ao Jô Soares, onde , no final da entrevista, convocou os heterossexuais a terem filhos para serem transformados em novos gays e novas lésbicas, usando uma frase que demonstra aquele objetivo de "não poupar ninguém, nem mesmo os nossos filhos". Disse ele, ao vivo e com todas as letras:
"Nós precisamos de vocês heterossexuais, amamos vocês, para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais, novos gays, novas lésbicas." 
É interessante observar que, na entrevista, ele afirma que o sexo é cultural. Ou seja, a pessoa humana não nasce homem ou mulher. A pessoa nasceria uma "coisa sem sexo" e depois escolheria o seu sexo. A medicina vai precisaria mudar a genética e os obstetras informariam o nascimento de uma "coisa sem sexo" para o cartório de registro de nascimentos, já que a escolha cultural do sexo caberá à "coisa" que nasceu, quando ela crescer. É uma tese absurda, sem fundamentos biológicos, jurídicos, religiosos, ou qualquer outro.
A Dra. Alice Teixeira, geneticista e livre docente da Escola Paulista de Medicina, comentando post sobre o aborto escrito por nós, afirmou que é "evidência científica demonstrada até hoje que na fecundação do óvulo pelo espermatozoide surge uma nova vida com um genoma específico, irreproduzível, diferente do pai e da mãe"
Portanto, pai e mãe produzem outro ser humano que pode ter o sexo masculino ou feminino. Nunca uma "coisa" que irá escolher seu sexo no futuro.
Os ativistas homossexuais atacam a Igreja Católica, os bispos e os padres, por ser um método fácil de chamar a atenção. Quando um sacerdote comete um deslize, ou se envolve em atos reprovados pela Igreja e pelo Evangelho, ficam felizes. A Igreja Católica é a única instituição no mundo que tem mais de 2000 anos e está internacionalmente organizada. Para chamar a atenção da imprensa, basta mirar na Igreja, que uma parte dela, atrelada à ideologia homossexual e ao aborto, coloca uma manchete na primeira página. Mas, temos certeza que a maioria dos homossexuais não pactua com os métodos utilizados por esses ativistas homossexuais para atacar a Igreja, seus integrantes e os cristãos.
Grande parte da população, até mesmo a católica, talvez não conheça o posicionamento da Igreja sobre o homossexualismo. Vamos tentar esclarecer. O Catecismo da Igreja Católica, nos números 2257, 2258 e 2259, diz o seguinte:
CASTIDADE E HOMOSSEXUALIDADE
"A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada.
Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação.
Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta.
Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade.
Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã."
O Catecismo é claro: "devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza.Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta." Mas, como previsto nos Mandamentos e no Catecismo, "as pessoas homossexuais são chamadas à castidade."
Jesus nos disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida." E nos convidou a segui-lo, obedecendo e respeitando o Evangelho. Portanto, procurando "pela oração e pela graça sacramental, se aproximar resolutamente da perfeição cristã."
O matrimônio tem a finalidade de unir um homem e uma mulher com o objetivo de gerar novas vidas, como anotado no Código Canônico, cânon 1055: "O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si o consórcio de toda a vida, por sua índole natural ordenado ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, entre batizados, foi por Cristo Senhor elevado à dignidade de sacramento."
O matrimônio, entre homem e mulher, tem a função de gerar vidas. O homossexualismo não gera nenhuma vida. Ao contrário, ceifa muitas vidas, por doenças
por assassinatos ocorridos entre os membros de seus grupos, ou atingidos por maníacos, e até por suicídios.
Esses ativistas homossexuais que nos atacam, não tendo como justificar os seus pecados e sua lascívia, tentam atingir a Igreja Católica, qualificando-a de "fundamentalista". Fundamento significa base, alicerce. A Igreja Católica tem por fundamento a lei natural: um homem nasce com o sexo masculino e uma mulher com o feminino. Homem e mulher, unidos em matrimônio, geram filhos e filhas. Os atos homossexuais são contrários à lei natural e não produzem vidas, "Fecham o ato sexual ao dom da vida."
As mentiras do Relatório Kinsey
os métodos do "Rei do aborto" Bernard Nathanson e a escolha cultural do sexo
conforme Luiz Mott, são os "fundamentos" da ideologia gay. Esses ativistas gays não têm fundamentos válidos para convencer as pessoas sobre sua ideologia. Mas querem impor essa ideologia homossexual, à força, mediante ofensas e agressões, como as ocorridas no post abaixo, na parada gay (com os Santos católicos) e em tantas outras ocasiões e que continuarão acontecendo.
O PL 122 tem o objetivo de amordaçar e de impor uma ditadura gay, transformando em criminosa qualquer pessoa que criticar essa ideologia. Esses ativistas gays, que nos atacam, querem impor uma ditadura gay aos cristãos e ao povo brasileiro, que não aceitaremos.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Atenção Uri e comunidade regional. Boa iniciativa, bom encaminhamento.

Deputado busca apoio do governo federal para a iniciativa.
O deputado federal Paulo Pimenta (PT) confirmou ontem a esta coluna que vai intensificar as ações, junto ao Governo Federal, em busca da ampliação de vagas públicas no ensino superior. Pimenta, que atualmente preside a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, já conversou com as ministras Ideli Salvatti e Miriam Belchior para defender a sua proposta de troca das dívidas das universidades comunitárias com a União por bolsas de estudos para estudantes de baixa renda. A medida, defende Pimenta, é baseada no modelo, já consolidado, do Prouni, o Programa Universidade Para Todos, que assegura bolsas de estudos integrais e parciais em instituições privadas em troca de isenção de alguns tributos para universidades que aderem ao projeto. Pimenta garante que esta medida já tem o apoio de outros parlamentares, como os senadores Ana Amélia Lemos (PP) e Paulo Paim (PT), e os deputados Luiz Noé (PSB), Marcon (PT), Jerônimo Goergen (PP), Assis Melo (PCdoB), Danrlei de Deus (PSD) e Pedro Uczai (PT-SC). Atualmente, somente no Rio Grande do Sul, as instituições comunitárias somam mais de 40 campi universitários, abrangendo mais de 380 municípios. Ao todo, são quase 180 mil alunos de graduação e pós-graduação.

domingo, 20 de maio de 2012

Olívio Dutra recebe Medalha Farroupilha


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Parlamento concede Medalha do Mérito Farroupilha para Olívio Dutra
Com as galerias do teatro Dante Barone lotadas, a Assembleia Legislativa concedeu, na tarde desta quinta-feira (17), a Medalha do Mérito Farroupilha ao ex-governador Olívio Dutra. A iniciativa foi proposta pelo deputado Edegar Pretto (PT) e aprovada por unanimidade, por todos os partidos da Casa. A medalha do Mérito Farroupilha é destinada a pessoas que prestaram serviços relevantes e contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e cultural do estado.
O deputado Edegar Pretto destacou a trajetória política de Olívio Dutra e lembrou do seu protagonismo na criação de programas e projetos em benefício dos pobres e das minorias do campo e das cidades gaúchas. O parlamentar citou como exemplo da importância de seu governo para o desenvolvimento a implementação do Orçamento Participativo, a criação da Uergs, bem como a articulação da vinda do Fórum Social Mundial para a cidade de Porto Alegre.
Ao discursar, Olívio Dutra compartilhou a homenagem com milhares de lutadores e lutadoras sociais que atuaram em defesa da democracia e do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. Olívio lembrou de sua juventude na cidade de São Luiz Gonzaga, de sua trajetória política sindical e da formação do Partido dos Trabalhadores no estado. Olívio também destacou a luta da sociedade pela redemocratização do país e das conquistas sociais alcançadas com o Orçamento Participativo. O ex-governador agradeceu ao deputado Edegar Pretto e a todas as bancadas da Assembleia pelo oferecimento da medalha e enfatizou que, quando governador, sempre respeitou as decisões do parlamento gaúcho, mesmo quando adversas.
Olívio fez questão de relembrar do tema da montadora Ford e afirmou que seu governo tomou uma decisão republicana de não conceder incentivos fiscais absurdos por entender que os recursos serim fundamentais para fomentar o desenvolvimento regional, apoiando pequenos e médios empreendimentos, assim como projetos sociais. “Não foi o Rio Grande do Sul que perdeu a Ford, foi a Ford que perdeu o Rio Grande”, vaticinou.
O governador Tarso Genro agradeceu ao parlamento gaúcho pelo reconhecimento dado a Olívio Dutra, relembrou as lutas sociais ao lado do ex-governador a frente do sindicato dos bancários e destacou de sua importância na construção da cidadania do povo gaúcho.
O presidente do Legislativo, deputado Alexandre Postal, destacou que Olívio Dutra é um exemplo para o Rio Grande, motivo de orgulho do povo gaúcho pelo seu caráter e autenticidade.
Trajetória
Olívio de Oliveira Dutra nasceu na cidade de Bossoroca, no dia 10 de junho de 1941. Formado em Letras, foi funcionário concursado do Banrisul, militou no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, da qual foi presidente em 1975, participando de mobilizações pela redemocratização do país e da luta sindical. Olívio foi fundador do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul, do qual foi presidente de 1980 a 1986. Em 1982, na primeira eleição direta para governador do estado em vinte anos, foi lançado candidato pelo PT. Em 1986, eleito deputado federal constituinte com 55 mil votos, dividindo o apartamento funcional com Luiz Inácio Lula da Silva, à época também deputado pelo PT e futuro presidente do Brasil. Em 1988 Olívio Dutra venceu as eleições para a prefeitura de Porto Alegre, ocupando o primeiro mandato do PT na capital gaúcha, tornando o modelo de gestão da cidade uma vitrine do PT no Brasil, com uma política fortemente popular e iniciativas como o orçamento participativo. Em 1998, Olívio Dutra elegeu-se governador do Rio Grande do Sul.

Participaram da solenidade o governador Tarso Genro, o presidente da Assembleia Legislativa Alexandre Postal, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, o ex-governador Alceu Collares, secretários de Estado, deputados federais, deputados estaduais, representantes do Poder Judiciário, Ministério Público e de movimentos sociais do campo e da cidade.
Por Kiko Machado.