segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Vamos cobrar do vereador, do prefeito, do governador, deputados, senadores e do judiciário também

                 A velha prática do sebastianismo. Esperam da presidência a resolução dos problemas do país. Esquecem as obrigações constitucionais distribuídas entre os três poderes Executivo, legislativo e judiciário) e nas três esferas do poder executivo (federal, estadual e municipal). A herança da ditadura consiste na memória coletiva. Estamos na democracia, as decisões não são exclusivas da presidência da república. Na democracia as responsabilidades são compartilhadas ente os poderes e esferas. É burrice ou má intenção? Desinformação que deforma a compreensão dos princípios legais.

By Sebastião Faustino

domingo, 4 de agosto de 2013

Dilma sanciona lei anticorrupção e derruba pontos que criavam brechas



Medida mostra de novo como o governo do PT está à frente do combate à impunidade... 

               Importante a sanção da presidenta Dilma Rousseff ao projeto que endurece as regras para a punição de empresas envolvidas em corrupção. O projeto de lei foi enviado ao Congresso no governo Lula. Com a sanção de Dilma, o governo do PT mostra mais uma vez que está à frente do combate aos atos contra a administração pública. 
            A lei prevê multas de até 20% do faturamento bruto da empresa, ou de até R$ 60 milhões de o faturamento não puder ser calculado. 
           Ficam estabelecidos novos atos lesivos à administração pública, como oferta de vantagem indevida a funcionário público ou pessoas a ele ligadas, uso de laranja e fraudes em licitação. 
           Também fica criado o Cadastro Nacional de Empresas Punidas, divulgando quem foi enquadrado na lei.
         Para tornar a lei ainda mais rigorosa e efetiva, Dilma vetou três pontos que poderiam criar brechas para punições mais brandas. 
         Um dos vetos derruba o dispositivo que impedia multas acima do valor do serviço contratado. Também ficou vetada a exigência de comprovação de dolo da empresa - para isso seria necessário comprovar a intenção de pessoa jurídica, algo inviável.

RBS antecipa campanha eleitoral. Só falta assumir candidaturas e as suas escolhas

           Já virou uma prática rotineira e saudável, em vários países do mundo, empresas de comunicação declararem abertamente suas posições políticas e, em períodos eleitorais, declarar apoio a este ou aquele candidato ou candidata. Jornais como New York Times, Washington Post, Le Monde e, mais recentemente, no Brasil, O Estado de São Paulo, anunciaram de modo transparente os candidatos e os programas que estavam defendendo. Essa prática ainda é pouco usual no Brasil.

                 No Rio Grande do Sul, além de não ser usual, ela tem uma particularidade: o maior grupo de comunicação do Estado, a RBS, além de não revelar à população a candidatura e as ideias que apoia, sistematicamente cede candidatos para a arena política, normalmente comunicadores de rádio e/ou tv com grande exposição midiática. Os casos de ex-funcionários do grupo que viraram candidatos são bem conhecidos: Antonio Britto, Sergio Zambiasi, Paulo Borges, Ana Amélia Lemos, apenas para citar alguns. Nas eleições do ano que vem, dois pesos pesados da empresa poderão estar em cena: a própria Ana Amélia Lemos (provável candidata ao governo do Estado) e Lasier Martins (possível candidato ao Senado ou à Câmara).
            A empresa não admite nutrir simpatias programáticas por seus quadros-candidatos, mas, nas últimas semanas, o noticiário de alguns de seus principais veículos já começou a ensaiar um possível programa para essas candidaturas, em nível estadual e federal. Na noite desta segunda-feira, o programa RBS Notícias iniciou uma série sobre o Pesadelo da Saúde no Estado. Antes da exibição da primeira reportagem, em dois intervalos comerciais dos jornais, propaganda paga do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul (Simers) pedia para que a população não fosse ao SUS amanhã e quarta porque os médicos farão uma paralisação “em defesa da saúde e contra as medidas eleitoreiras do governo federal”. Entre as “medidas eleitoreiras”, aliás, está justamente procurar resolver um dos problemas apontados na reportagem: a dificuldade da população mais pobre ter acesso a médicos.
É a segunda série no atual governo, conforme informa a própria reportagem. A primeira, em 2011, denunciou o “caos na saúde”. Entre o caos e o pesadelo não é feita nenhuma menção ao mercado privado dos planos de saúde e ao “cuidadoso” atendimento que ele presta à população pobre do país. O caos transformado em pesadelo mora exclusivamente no setor público e pega uma carona nos protestos de rua de junho. A saúde é apontada como uma das principais reivindicações dos manifestantes. Com uma estética típica de programas eleitorais, a reportagem retrata em tom dramático problemas de algumas pessoas pobres com dificuldade para ter acesso aos serviços públicos de saúde. Problemas reais, obviamente. Mas uma realidade contada só pela metade.
                    Além de não fazer nenhuma menção ao avanço do setor privado que transforma doença em mercadoria, na metade ocultada do telespectador, também (não) estão as escolhas, políticas, candidatos e governantes defendidos pela RBS nas últimas décadas que defenderam o Estado mínimo, as privatizações, a sacralização do mercado e a criminalização do setor público. Nada é dito sobre como essas escolhas e políticas impactaram a saúde pública no Estado e no país. O ocultamento da história também pode ser um pesadelo para uma democracia.
           A RBS não só apoiou – e segue apoiando – esse ideário como participou ativamente de sua implementação como ocorreu, por exemplo, no caso da privatização da Companhia Riograndense de Telecomunicação (CRT). E em muitos outros casos. Segundo pesquisa realizada por Suzy dos Santos (do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Culturas Contemporâneas da Faculdade de Comunicação da UFBa e Sérgio Capparelli (do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Fabico/UFRGS), a RBS esteve presente em praticamente todos os momentos do processo de privatização das telecomunicações no país. Em 16 de dezembro de 1996, esse processo atingiu seu ápice no Rio Grande do Sul, quando ganhou a licitação para a privatização de 35% da CRT, comandada pelo então governador Antônio Britto (ex-funcionário da RBS), através do consórcio Telefônica do Brasil. A história é bem conhecida na aldeia.
        Logo em seguida, o grupo deflagrou uma guerra sem quartel contra o governo Olívio Dutra, do primeiro ao último dia. O caos, então, aterrissou na área da segurança e as manchetes se repetiam: caos, pesadelo, medo…No dia seguinte à eleição de Germano Rigotto, em um momento de transparência pós-parto, o jornal Zero Hora publicou um editorial saudando o fim daquele governo de conflitos e retrocesso e a chegada de um governo empreendedor. Na área da segurança, José Otávio Germano é anunciado como o homem que iria afastar o caos dos dias de José Paulo Bisol e Olívio Dutra. Logo no início, Germano anunciou a sua filosofia de trabalho: “a polícia agora vai atuar sem freio de mão”. Essas histórias também são bem conhecidas e sua repetição justifica-se apenas para lembrar que a RBS não é uma entidade a-histórica. Ela faz parte das escolhas que conduziram o Rio Grande do Sul ao ponto onde está hoje. Só que nunca assume isso. Nunca. Lembrar tudo isso é um revanchismo anacrônico? Talvez. Há quem chame de memória, ou de história. E há quem ache também que essas coisas, memória e história, são necessárias para entender os problemas do presente.
             Obviamente que a saúde pública é um problema no Brasil, assim como a educação, a segurança e outros serviços públicos que ainda sofrem problemas de financiamento. O que também é um problema é a falta de transparência de empresas de comunicação que professam uma ideologia fundamentalista de mercado, a qual têm como alvo preferencial as instituições públicas, os governos, os servidores públicos e qualquer coisa que possa “atrapalhar” os negócios. As políticas públicas, na maior parte das vezes, ocupam o noticiário acompanhadas de palavras como “escândalo”, “pesadelo”, caos”…Dos servidores públicos, mais recentemente, o interesse recai principalmente sobre o seu salário, cercado de permanentes suspeitas.
             Regularmente, a RBS produz seminários, séries de reportagens, grandes campanhas para apontar problemas, fazer diagnósticos e apresentar soluções para o Estado. Não há nada de errado nisso. O que é questionável é fazer tudo isso omitindo da população as suas próprias escolhas, crenças e responsabilidades. E a RBS é uma organização que tem data de nascimento, história e, portanto, passado: apoiou a ditadura, o golpe civil-militar que derrubou o governo presidente João Goulart, as privatizações (da saúde, inclusive), o discurso do Estado mínimo (na saúde também), os desertos verdes, o valor sagrado do mercado, foi contra o desarmamento e, no início, combateu iniciativas como o Orçamento Participativo, o Fórum Social Mundial. A linha editorial dos veículos do grupo está sempre pronta a apontar as mazelas do setor público e a silenciar sobre a responsabilidade do setor privado pelos problemas estruturais do país. Não é acaso que, na página de Zero Hora na internet, a editoria de Economia apresente na seção “O Rio Grande que dá certo” apenas “cases” do setor privado. Não há uma linha sequer sobre algo vindo do setor público que esteja “dando certo”.
          Nossa história é feita de nossas escolhas. Ao omitir as suas escolhas e as suas respectivas responsabilidades, a RBS alimenta aquele que pode ser um dos piores pesadelos para uma democracia: a aversão pela memória e pela história. A empresa, assim como muitas outras no país, tem uma dívida pesada com a democracia brasileira. Já que parece disposta a antecipar a campanha eleitoral, poderia também anunciar já quem são seus candidatos e candidatas e seus respectivos programas.

fonte> http://rsurgente.wordpress.com/

Prostitutas e crianças.

.           Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na calçada...
- Pai, quem são aquelas senhoras?
             O pai meio embaraçado, responde:
- Não interessa filho... Olhe antes para esta loja... Já viu os lindos brinquedos que tem?
- Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas?
- São... são. São senhoras que vendem na rua.
- Ah, sim?! Mas vendem o quê?? - Pergunta admirado o garoto.
- Vendem... vendem... Sei lá... vendem um pouco de prazer.
              O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre a sua carteira com a intenção de ir comprar um pouco de prazer. Estava com sorte! Podia comprar 50 reais de prazer!
              No dia seguinte vai ver uma prostituta e pergunta-lhe:
- Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 reais de prazer, por favor?
            A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, ela aceita.Porém, como não poderia agir de forma 'normal' com o garotinho, leva o garoto para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas de morango e chocolate.
            Já era tarde quando o garoto chega em casa.
         O seu pai, preocupado pela demora do filho, pergunta-lhe onde ele tinha estado. O garoto olha para o pai e diz:
- Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
            O pai fica amarelo:
- E... e então... como é que se passou? 
- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas comi mesmo assim. Ao final estava todo lambuzado, melequei todo o chão, e a senhora me convidou para voltar amanhã,mas para ser sincero ao senhor eu só tive prazer nas três primeiras , as outras só comi para mostrar que sou homem mesmo, posso ir amanhã novamente pai?
            O pai desmaiou.

sábado, 3 de agosto de 2013

Altos de Cima dos Campos do CAPÃO DO CIPÓ

             

Um privilégio, a paisagem dos Altos de Cima dos Campos do CAPÃO DO CIPÓ. Vale do Jaguari - Rs.


Estou na área, teremos consulta popular na região 6 e 7 de agosto.

Espionagem no Facebook. Para mim, vão para o inferno.

                 Com todo respeito esta acontecendo no Facebook  um labirinto de intrigas e vasculhamento de informações pessoais e por vezes um estupido e medieval patrulhamento ideológico. 
                     Com uma farsa de identificação, e supostamente amigos de amigos, espiões  vasculham suas fotos e postagens e a bem da verdade, querem te investigar, vasculhar tuas opiniões e  postagens. Se não fosse falsas identificações seria um processo democrático, mas infelizmente, são "funcionários de instituições alienígenas",   pessoas sem escrúpulo e imbecis que submetem  não crer na democracia, ou mesmo fascinadas pelo "SNI" do passado.
                  Coloco  com muita indignação, que  não estou disposto em  minha conta do Facebook estar a disposição do desconhecido e de  forma até constrangedora para mim, mas em respeito a meus amigos e meus familiares não aceitarei mais  novos convites para  novos compartilhamentos, neste momento.
                                Infelizmente sinto muito por este patrulhamento ideológico cibernético. Por outro lado estou revisando pontualmente os atuais conveniados  que por falha de lembrança e rapidez desta ação posso estar fazendo alguma exclusão equivocada. Injustiça muito provável devera acontecer por esta minha atitude, mas não quero estar respondendo questões e sendo solicitado ou perguntado por "supostos amigos de amigos do face" que efetivamente não conheço.
             Prefiro pecar por uma atitude de paz própria do que estar lendo, sendo supostamente vigiado ou mesmo ignorado por pessoas que em tese não conheço  e manipuladoras.
             Por alguma injustiça neste processo peço desculpas antecipadamente. Caso se sinta prejudicado, se manifeste identificando-se pelo e-mail -  livrariasantiago@hotmail.com.                      Tem antidemocráticos infelizmente neste novo mundo virtual  cheio de possibilidades, são marginais,  imbecis.
                Para mim, vão para o inferno. Estão amarrados

Fantasmas manipuladores das manifestações de junho começam a serem exorcizados.

Flagrado em manifestação, aliado de Marina se afasta da Rede

            Aliado de Marina Silva e flagrado segurando uma barra de ferro durante manifestação que acabou em quebradeira em Brasília, o sociólogo Pedro Piccolo pediu afastamento da Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade.

       Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira (2), o partido informou que Piccolo se afastou do comando da Rede "até que os fatos sejam apurados".

           Apesar de admitir que estava na porta do Itamaraty com uma barra de ferro nas mãos e o rosto coberto por uma camiseta do partido no protesto do dia 20 de junho, Piccolo nega ter depredado o prédio e também protestado em nome da Rede. Ele diz estar arrependido por ter, nas próprias palavras, se excedido.

          Piccolo já prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal. Na próxima semana, ele também deve ser ouvido pela Polícia Federal, que é a instituição responsável pelo inquérito que apura dano ao patrimônio da União.

      "Em decorrência da investigação iniciada pela Polícia Federal sobre sua suposta participação nos atos de depredação do Itamaraty, Pedro Piccolo Contesini, membro da Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade, pediu nesta tarde o afastamento do cargo até que os fatos sejam apurados. A Executiva Nacional Provisória acata e respeita a decisão de Piccolo", diz a nota da Rede.

       O partido já havia soltado nota reiterando repúdio a qualquer tipo de violência nas manifestações que tomaram conta do país. Havia também anunciado que o caso de Piccolo seria discutido numa reunião do partido na próxima semana.

       O integrante da Rede, contudo, se antecipou e pediu o afastamento da Executiva Nacional.

Folha, SP